[Mochilão 15] Dia 21: Montreal - Quebec

Último dia em Montreal. Mais um belo dia de sol. A temperatura subiu e dava até para andar sem casaco na rua.



Fica fácil descobrir por que os canadenses valorizam tanto dias de sol e temperaturas amenas. Algumas placas nas ruas alertam sobre o perigo de neve e gelo caindo do teto das casas nas calçadas durante o inverno:


Museu Pointe-à-Callière:


Esse interessante museu de arqueologia mostra como era a cidade séculos atrás.


Maquete de uma aldeia indígena:




Povos indígenas que habitavam o Quebec antes da chegada dos europeus:


A Rue Saint Paul e as redondezas do museu em 1734:


O muralha que cercava a cidade:


Fundações da muralha que cercava a cidade:


Antiga tubulação de esgoto:


Calçada em frente ao museu com cadeiras:



Fui depois para o Jardim Botânico, que fica numa área enorme ao lado do Parque Olímpico.

A entrada custou $19,75 (R$53), dando direito a visitar também o Insectarium.












Aliás, diga-se de passagem, as jardineiras funcionárias do Jardim Botânico batiam um bolão, heim! Só gata!!! O mesmo digo das policiais! As montrealenses (essa palavra existe ou acabei de inventar?) estão de parabéns! :-)



Insectarium:







Voltei para o hostel, peguei minha mochila e fui para a estação ferroviária da cidade:


Meu almoço foi na Tim Hortons: sanduíche de frango e queijo, muffin de morango, croissaint de nutella e um suco de laranja. Deu $11,70 (R$31).


Esperando o trem para Quebéc:


Fila para embarcar:


O trem partiu às 16h e até Quebéc a viagem durou 2h (250 Km).




O fato inusitado é que o meu assento, que estava indicado no cartão de embarque, simplesmente não existia! Tive que procurar o funcionário da Via Rail que estava a bordo. Ele disse que houve um remanejamento de assentos no sistema e imprimiu na mesma hora outro cartão de embarque com um novo assento. Usou uma máquina que lembrava essas Cielo (de cartão de crédito).





Atravessando a ponte sobre o Rio São Lourenço:



Fazendas no caminho:



O Rio São Lourenço ressurgindo na paisagem, já bem próximo a Quebéc:


Subúrbios de Quebéc:



Esses trens do Canadá com locomotiva a diesel não chegam a ser de alta velocidade como os que existem na Europa e Japão, mas são mais rápidos que os carros nas estradas. Seria uma opção muito mais barata pro Brasil no lugar do tal trem-bala megalômico que a Dilma prometeu para antes da Copa de 2014 e que dificilmente sai do papel algum dia.


Desembarcando em Quebéc:




Já nos primeiros minutos em Quebéc percebe-se que se trata de uma cidade bastante fotogênica. A estação ferroviária da cidade (Gare du Palais) é uma das mais bonitas que já vi:



Praça em frente a Gare du Palais:



Fui caminhando da Gare du Palais ao hostel pelas ruas de pedestres da cidade antiga (Vieux-Quebéc):



O Hostelling International Quebec fica numa ótima localização na cidade antiga:



Na recepção tive o primeiro contato com o sotaque do francês da cidade de Quebéc, que é ainda mais carregado do que o de Montreal. É muuuito engraçado! Parece mineiro falando francês!




Fiquei num quarto com 2 beliches. A diária custou $40 (R$107).



No quarto conheci um americano filho de mexicanos que trabalha na ONU e mora em Bangladesh (Nossa Senhora da Globalização!!). Gente finíssima o cara. Trocamos altas idéias.


Esse é um dos maiores hostels que já vi. O perfil dos hóspedes da rede Hostelling International foge um pouco do estereótipo do mochileiro jovem. Tem também muita gente mais velha, casais e famílias com crianças. Além dos quartos coletivos, os hostels desta rede também disponbilizam quartos privativos.



O jantar foi num restaurante marroquino chamado Un thé au Sahara. Ficava bem pertinho do hostel.


Harira (sopa de tomate e coentro):


Pão árabe:


Cuscuz com cordeiro:


A comida estava muuuito boa! Mas veio muita coisa!! Não aguentei comer tudo. A conta deu $27 (R$72).

Dei uma volta rápida pela cidade antiga. Sensacional!! A impressão que eu tinha era a de estar numa cidade medieval do interior da França.



Os bares e restaurantes já estavam vazios às 23h:





O fantástico Château Frontenac, hotel mais luxuoso e cartão-postal da cidade:




Vista da cidade baixa e do Rio São Lourenço:



Dei mais uma volta por ali e voltei pro hostel.

Comentários

  1. hahaha, que história é esta de mineiro falando francês, em Paris uma moça me disse que eu nem sotaque tenho, hahaha.

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  2. Ué, de repente essa moça era de Quebec! :-)

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