[Mochilão 15] Dia 20: Montreal


Café da manhã no bar do hostel com sucos, cereais, iogurte, frutas e bagels (pães canadenses em forma de rosca):




Uma coisa que chama muito a atenção em Montreal e Ottawa é a grande quantidade de obras e prédios em construção. Em frente mesmo ao hostel havia um prédio sendo construído. O que acontece é que as construções precisam ser interrompidas no inverno por causa da neve e das baixas temperaturas. Por lei, os trabalhadores da construção civil ficam proibidos de trabalhar em áreas abertas quando as temperaturas baixas representam algum perigo para a saúde deles. Então nos meses "quentes" as construções avançam num ritmo frenético para compensar o tempo perdido no inverno.


Place D'Armes:





Basílica de Notre-Dame (entrada $5 = R$13)






Peguei o metro para a estação Atwater, numa parte mais afastada da cidade.

Neste local fica o Marché Atwater, o mercado municipal de Montreal.




Barracas de flores:


Barraca de frutas:


Interior do mercado:


Queijos:



Esta padaria francesa foi um achado. Dava vontade de comprar tudo e levar na mala.




Focaccia $4 (R$11):


Chocolatine aux amandes (folheado com recheio de chocolate e amêndoas) por $4,50 (R$12):



Rua residencial nas redondezas do mercado municipal:


O mercado municipal fica às margens do Canal Lachine. Este é um canal artificial que liga a zona portuária à zona oeste da cidade.





Prédios em frente ao canal:


Uma exposição de fotos perto do canal:


Muita gente comprava comida no mercado municipal e almoçava nas mesas próximas ao canal:




Peguei o metrô e fui para o Parc Jean Drapeau na Ile Saint-Helène. O cenário era bem diferente do que eu vi no domingo durante o GP de Fórmula 1, quando o parque estava lotado.


Estação de metrô do parque:


Bilheteria do circuito Gilles Villeneuve:


O parque vazio:


Paineis com as atrações do parque:


No domingo só podia passar desse ponto quem tivesse ingresso para o GP:



Atravessando a ponte para a Ile Notre-Dame:



Mapa do circuito:




Quiosques das escuderias sendo desmontados:




O circuito é aberto para o público durante o ano inteiro, com exceção dos dias de corrida.  Qualquer um pode caminhar, correr ou andar de bicicleta pelo circuito.









Mini-estúdios de TV:


Havia um grande número de operários desmontando arquibancadas e esvaziando os boxes das escuderias:


Caminhões no retão dos boxes:


Tenda em frente ao retão dos boxes sendo desmontada:


Uma outra atração dessa ilha é o Bassin Olimpique, um lago artificial onde aconteceram as provas de remo e canoagem nos Jogos de 76. Atualmente é utilizado para a prática destes esportes.




Depósitos do material esportivo de remo e canoagem:



O Cassino de Montreal também fica nesta ilha:




Plage Jean-Doré, uma praia artificial no meio do circuito de Fórmula 1:


Um bar na beira da praia:


O "calçadão" da praia:


Em todo o Canadá na primavera observa-se muito pólen de flores voando no ar. Algumas calçadas ficam cheias dessa "poeira branca":


Peguei o metrô e fui para uma outra parte da cidade que não havia conhecido antes: Côté-des-Neiges.



A principal atração do local é o belo Oratoire Saint-Joseph du Mont-Royal, uma bela igreja que lembra um pouco a Sacré Coeur de Paris.



O jantar foi no mesmo restaurante chinês em Chinatown onde havia ido nos outros dias (Oh!Dumplings). 



Bubble Tea (chá de "bolhas" formadas por gelatinas) típico da China:


A conta deu R$14,60 (R$39).


Hôtel de Ville (prefeitura) com iluminação noturna:



Château Ramezay, antiga casa do governador de Quebéc, do século 18:



A Place Jacques Cartier, no coração da Vieux-Montreal (cidade antiga) com muitos bares e restaurantes:




Rue Saint Paul, uma das ruas mais antigas de Montreal:



Algumas paredes de Vieux-Montreal tinham projeções que contavam um pouco do passado da região:


Voltei pro hostel. No quarto, conheci um equatoriano e um espanhol.  Este último disse que havia se formado em economia e estava em Montreal para fazer entrevistas de emprego, porque na Espanha, segundo ele, o desemprego ainda é muito alto e as oportunidades de trabalho para os jovens são escassas.

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