[Mochilão 15] Dia 18: Montreal


Acordei tarde e perdi, de novo, o café da manhã do hostel.

Comi numa loja de conveniências ($10,60 = R$28)



Domingo de Fórmula 1 em Montreal.

Peguei o metrô para o Parc Jean-Drapeau, onde fica o circuito Gilles Villeneuve (bilhete duplo $6 = R$16).





O Parc Jean-Drapeau ocupa duas ilhas do Rio São Lourenço. A estação de metrô fica na Ile Saint-Helène, e o circuito de Fórmula 1 na Ile Notre-Dame.



O local estava bastante cheio. Muitos cambistas ofereciam ingressos para a corrida.




Loja de produtos do GP:



Público indo para o circuito de Fórmula 1:



Para chegar ao circuito de F1 na Ile Notre-Dame era necessário atravessar uma ponte, mas havia um bloqueio e só deixavam passar quem tinha ingresso.




Havia uma bilheteria no local e dei uma olhada nos preços. O mais barato estava USD 100 (R$342) e era um ingresso de "General Admission", que dava acesso apenas a áreas gramadas ao redor do circuito (sem arquibancada). Já tinha ouvido falar que esse ingressó é "só pra dizer que foi", porque sem arquibancada dá pra ver pouca coisa da corrida. Acho que não valia o investimento. Em vez disso,  aproveitei para dar uma circulada pelo parque.

A Biosphère é um museu dedicado ao meio ambiente. Foi construído num antigo pavilhão da Expo 67.





Exposição sobre o meio ambiente:


Foto aérea de casas num típico subúrbio de Toronto. Segundo a exposição, "though these dwellings may reflect the dream of owning a property, they are characteristics of an urban planning model that is largely outdated. The current trends favours a more densely populated urban fabric."




Um lago no parque:



Piscina pública:


Nesta parte da ilha dava para escutar o barulho da corrida e ver uma parte da arquibancada:


Descobri uma outra ponte que passava por cima da Ile Notre-Dame:



Tive uma grande idéia: subir nessa ponte para tentar ver um pouco da corrida de graça!




Do alto da ponte dava pra ver a Ile Saint-Helène e a Biosphère à direita, e a Ile Notre-Dame à esquerda. O circuito de Fórmula 1 dava pra ver, mas muito de longe.



Colocando um zoom dava pra ver as arquibancadas e os carros passando. Mesmo estando de longe, dava para ouvir o barulho da corrida.


Outras pessoas tiveram a mesma idéia que eu:






Não aguentei ficar muito tempo na ponte porque estava batendo um vento congelante. Voltei pro parque.

Castores:


Vista da cidade na Ile Saint-Helène:



Voltei para o centro da cidade e fui almoçar em Chinatown, no mesmo restaurante de ontem (Oh! Dumplings). Uma sopa de legumes e um prato de dumplings custaram $14 (R$37,50).


Pessoa cantando em chinês numa praça em Chinatown:



Voltei pro hostel fazendo um caminho diferente. Fui pela Réso, que é a rede de túneis subterrâneos que interligam diversos edifícios da região central de Montreal. Estes túneis são muito utilizados nos meses de frio intenso. Desta forma, os moradores evitam o contato com temperaturas negativas e com a neve.


Uma das entradas da Réso:



Mapa da Réso:


Apesar do frio de 11 graus na rua, os túneis ficam praticamente vazios esta época do ano.



Uma galeria subterrânea com lojas e restaurantes:



Esses túneis interligam diversos edifícios comerciais, estações de metrô, centros de convenções, shoppings, universidades, etc.



Chegando ao Centre Bell, casa do Canadiens Montreal, time de hóquei sobre gelo que joga na NHL.




Voltando para a superfície pela entrada do Bell Centre:



Passei numa filial da Tim Hortons, comi um sanduíche e um croissaint de Nutella ($7,45 = R$20) e voltei pro hostel.

Comentários

  1. Espero que você tenha ido em Québec, a mais europeia das cidades americanas. Achei Montréal meio sem graça, rs...

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