[Mochilão 15] Dia 10: Toronto


Sábado de muito sol e temperatura agradável (26 graus).

Troquei uma idéia com o belga (Karim) e o alemão (Markus) do quarto. Muito gente boa os caras. Combinei de tomar uma cerveja com eles mais tarde. A menina misteriosa continuava muda mexendo no iPad dela e ignorando a presença das outras pessoas no quarto.

No café da manhã conheci umas paulistas gente finíssima, a Mari e a Nicolle, que também iam passar por Ottawa, Montreal e Quebec depois de Toronto.

Comecei o passeio do dia dando uma volta pelo campus da University of Toronto, considerada a melhor do Canadá e uma das 20 melhores do mundo. Ficava a poucas quadras de distância do hostel.





O belíssimo campus ocupa uma área enorme e bastante arborizada. É dificil se localizar sem a ajuda de um mapa:



Entrada do campus:




Boas-vindas aos calouros:


A maioria dos prédios são bastante antigos, da época da sua fundação da universidade há quase 200 anos. Isso foi quase um século antes das primeiras universidades surgirem no Brasil.














Muito verde no campus:


Esquilo:



A CN Tower vista do campus:



Escola de Negócios, que tem o melhor curso de MBA do Canadá:





Republica de estudantes (Lambda Chi Alpha):


Outros prédios mais novos da universidade:






Campo de hóquei sobre grama:


Pista de atletismo da universidade:


Gardiner Museum, um museu de arte dentro do campus:




Assembleia Legislativa de Ontario:





University Avenue, que liga o campus ao centro da cidade:






Fairmont Royal York Hotel. É o "Copacabana Palace" de Toronto:


Primavera, estação das flores:




O moderno e o antigo no centro de Toronto:



Saint Laurence Market, o mercado municipal de Toronto:




Produtos portugueses:


Pastéis de Belém:




Promoção de frutas: $7 (R$18,80) cada mamão!



Doces:



Tomei um suco de blueberry com banana nessa lanchonete ($5 = R$13,40)




Um curioso prédio em forma de triângulo:



O Distillery District era uma antiga área industrial ocupada por uma destilaria de whisky do século 19. Depois de ser desativada, a área foi revitalizada e convertida numa badalada região boêmia com muitos bares e restaurantes.
















Trailer vendendo produtos do Toronto Maple Leafs, principal time de hóquei sobre gelo da cidade:



Lake Ontario:


Calçadão ao longo do Lake Ontario em East Bayfront:



Sugar Beach Park, uma praia artificial onde ninguém entra na água porque é proibido:





Barraca de praia para deficientes físicos:




Prédios residenciais com uma arquitetura louca de frente para o lago:



Apartamentos no térreo sem muros ou grades:



Parei para comer um cachorro-quente numa barraca na rua ($4,50 = R$12)



O barraqueiro apenas fornecia o pão com a linguiça e os clientes podiam se esbaltar a vontade nos ingredientes. Curti isso!!



As bebidas eram vendidas na base da confiança. Depois de pagar ao barraqueiro, os próprios clientes se serviam nos isopores. E o barraqueiro não ficava nem olhando pra ver alguém pegava mais do que tinha pago.


Harbour Square Park, ao lado do Harbourfront Centre:






Próximo dali fica o terminal marítimo de onde partem as barcas para Toronto Islands, o conjunto de ilhas no Lake Ontario que é uma das maiores áreas de lazer da cidade.

Mapa das ilhas:


Filas enormes:


 A passagem (ida e volta) custou $7,25 = R$19,50.

Embarcando:


Barca chegando:





Na barca:


Chegada na ilha:


Muito verde:






A placa avisava: "Please walk on the grass":



Tinha muita gente lá, principalmente famílias com crianças, por ser final de semana:






O terminal marítimo:


Vista do centro de Toronto:


 

Manitou Beach, uma das três praias da ilha. Nas praias de Toronto Islands é permitido entrar na água.





O calçadão da praia:


Quiosque na praia:



Um pier na praia:



A Manitou Beach vista do pier:


 A imensidão do Lake Ontario:


Este era o único lugar que alugava bicicletas na ilha. Estava com uma fila tão grande que desisti. Não cheguei a conhecer as outras praias da ilha porque eram meio longe para ir a pé. Uma dessas outras praias, a Halan's Point, é de nudismo.


Uma folha de Maple:


Árvore de maple:


Voltando para o terminal marítimo:


Andei pela primeira vez de bonde (VLT) para ir do centro de Toronto para o hostel:


A passagem custou $3,25 (R$8,70) e pode ser comprada com moedas nessa máquina dentro do bonde:


Passei numa Liquor Store (mercado de bebidas alcoólicas) e comprei algumas cervejas canadenses de 500ml por $2 (R$5,40) cada para levar pro hostel, já que lá não tinha bar.

Encontrei no quarto do hostel com o Markus e com o Karim. Fomos pro terraço tomar uma cerveja.


Todos os sábados às 20h nesse hostel rolava um animado churrasco no terraço. Para a alegria dos mochileiros, o churrasco estava incluído na diária. Só precisava levar as bebidas.





Era um típico churrasco ao estilo canadense/americano, bem diferente do brasileiro: a churraqueira era elétrica e eram servidos apenas hamburgueres. As pessoas colocavam a carne no pão de hamburger e incluiam os ingredientes (tomate, pickles, maionese e ketchup). Nada mais. Pra que farofa, arroz, picanha, asa de frango, molho à campanha, pão de alho, né ?? Faltou também aquele cheirinho da carne na grelha...  mas mesmo sendo um churrasco meio esquisitão, foi bem maneiro para interagir com a galerinha do hostel!



Fiquei por lá com o Markus e Karim trocando uma idéia até anoitecer tomando umas cervejas e comendo hamburgueres. O Karim contou coisas interessantes sobre a vida na Bélgica. A família dele é de origem marroquina, e ele falou sobre o forte preconceito que existe lá com os imigrantes islâmicos. Também falou sobre a dificuldade que os recém-formados tem em encontrar emprego por lá, e que ele estava em Toronto para melhorar o inglês, algo imprecindível no mercado de trabalho da Bélgica.

A vista no terraço de noite:


Conhecemos no terraço uma loirinha inglesa e fomos todos para o Zanzibar, um bar perto do hostel, no Kensington Market.  Tomamos lá um chope de 500ml feito de blueberry (mirtilo) por $7,25 (R$19,50). Tinha gosto de qualquer coisa, menos cerveja!

A inglesa era daquelas com o sotaque beeeeem britânico.  Disse que quer muito conhecer o Brasil.


Fomos depois para a Nest, uma boate na College Street, ali mesmo perto do hostel. A entrada custou $20 (R$54). Era a "festa estranha com gente esquisita". Not cool. Ficamos um tempo lá, tomamos a saideira e voltamos pro hostel.

Um comentário:

  1. Muito bacana, mais uma vez, ver que Toronto tem tantas áreas verdes.
    Fiquei curioso e fui ver a diária do luxuoso hotel que você fotografou. Com diárias a partir de 280 CAD para casal dá para ver que uma família de classe média canadense pode se permitir este conforto.

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