[Mochilão 15] Dia 5: Vancouver - Calgary


Último dia em Vancouver. Dei sorte, mais um dia de sol !! 

O bar do hostel (Beaver Bar) onde é servido o café da manhã:




Um alce enorme  pendurado na recepção do hostel:


O centro da cidade, por ser dia útil (2a feira), estava bem movimentado. Bem diferente de ontem:




Árvores formando um "túnel verde" numa das ruas do centro da cidade:



Vancouver Art Gallery:


Prédios em frente ao Waterfront:


Centro de informações turísticas (Welcome Centre) no Waterfront:



Comprei ingresso para o Capilano Suspension Bridge nesse guichê ($42 = R$112). Muito caro, mas é uma atração obrigatória de Vancouver. Seria o mesmo que ir ao Rio e não visitar o Pão de Açúcar.

O ingresso dava direito a transporte gratuito ao local, que fica um pouco afastado do centro da cidade, em North Vancouver.





Durante o trajeto, o motorista foi contando coisas interessantes sobre a cidade. Disse que o centro de Vancouver tem a maior densidade demográfica e o metro quadrado mais caro do Canadá por causa da alta procura e da limitação de espaço. Muitos chineses compram imóveis no Canadá por considerarem o país um "porto seguro" quando comparado à China, e isso ajuda ainda mais a inflar o preço dos imóveis.

Percorrendo a via expressa que corta o Stanley Park:






Passando pela ponte sobre a Baía de Vancouver, ligando Vancouver a North Vancouver. É a versão local da ponte Rio-Niterói.




Entada do parque onde fica a Capilano Suspension Bridge:



Mapa do parque:



Guia explicando um pouco sobre a história da ponte:


Vídeos que gravei do guia:





Fotos de índios que moravam no local:




Totens indígenas:





Urso negro:



E voilà, a Capilano Suspension Bridge! Com 137 metros de comprimento, ela passa sobre um cânion de 137m de altura e aguenta um peso de até 90 toneladas. Impressionante!!



 O rio passando embaixo da ponte:



Tinha tanta gente na ponte, que às vezes dava engarrafamento:



Uma cafeteria do outro lado da ponte:




Trilhas passando pelo meio da floresta:







Caminhos suspensos sobre as árvores:


Lago no meio da floresta:



Uma árvore de maple, muito comum no país. Do tronco dela é extraída uma seiva que, depois de cozida, vira um xarope adocicado. É o famoso "maple syrup" que os canadenses adoram utilizar como ingrediente de sobremesas.


A folha de maple é o símbolo do Canadá. Está estampada até na bandeira do país.



Esta é a Grandma Capilano, a árvore mais alta do parque, com 76 metros de altura e idade estimada de 1300 anos.


A ponte suspensa vista das trilhas do parque:



Cliffwalk, uma outra atração do parque. É uma plataforma sobre um penhasco:





Árvore com tronco curvo:


Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. A diferença entre 15 anos, 25 anos e 50 anos de água batendo na pedra:


Saindo do parque, eu poderia pegar novamente o ônibus gratuito de volta para o centro, mas preferi pegar um ônibus normal para ir para uma outra atração turística de North Vancouver, a Groose Mountain.


A passagem custava $2,75 (R$7,40), mas você tem que pagar ao motorista o valor exato em moedas. Eu só tinha uma nota de $5. Tentei pagar com ela, mas o motorista disse que não dava troco. Ele me deixou viajar de graça!

Mapa da Groose Mountain com diversas atrações:



O ingresso do "Ultimate Experience", que dava direito a subir até o topo da montanha, custou $60,85 (R$173). Uma fortuna, mas valeu a pena.

Esperando o bondinho:







Estação do bondinho no alto da montanha:





Parque no alto da montanha:



Escavadeiras que removem neve durante o inverno: 


Um pouco de neve no alto da montanha:



Montanhas nevadas no horizonte:




Recreadores fazendo um show com uma águia e uma coruja:






Vídeos que gravei no show:







Pegando o teleférico para subir ao ponto mais alto da montanha:


Neve no caminho: 


Cheguei ao alto da montanha. Estava batendo um vento gelaaaado lá (6 graus).



Uma trilha:




Muita neve no alto da montanha:






Moinho de vento no alto da montanha:



Um elevador leva os visitantes até o topo do moinho, onde a vista é incrível: 







Vista de Vancouver:



Descendo no teleférico:



Área cercada com ursos:


Havia uma cerca elétrica no local para evitar que os ursos escapassem:




Descendo no bondinho:



Peguei o ônibus para a estação marítima de North Vancouver.  Lá peguei o catamarã (Sea Bus) para o centro de Vancouver (Waterfront). A passagem custou $4 (R$10,70).


Desembarcando na estação Waterfront, de onde também partem trens:


Fui comer na praça de alimentação de um shopping que fica embaixo da Vancouver Lookout (torre).

Achei um restaurante de comida vietnamita ótimo e barato, o My Toàn:




Pedi um "Stir fried noodle with lemongrass chicken", e estava divino. Custou $8,77 (R$23,50).


Já era final de tarde, na hora do rush, e as ruas do centro da cidade estavam bem movimentadas:





Hora de me despedir de Vancouver.

Passei no hostel pra buscar minha mochila e fui pegar o metrô. A passagem custou $4 (R$10,70).

Descobri que tinha pegado o trem errado. Da mesma forma que acontece no metrô do Rio, em Vancouver numa mesma estação podem passar diferentes linhas. Tive que descer e esperar o próximo trem. Quando ele veio, passou lotaaaaado, e não dava pra entrar de mochila. Tive que voltar até a estação Waterfront para pegar o trem vazio. Perdi um bom tempo nisso. Pior é que já estava meio em cima da hora pra chegar no aeroporto, mas deu tudo certo.



Desembarcando na estação do aeroporto:



No aeroporto, uma surpresa desagradável: descobri que a Air Canadá cobra para despachar bagagem! Nunca tinha visto isso!! Que maluquice! Tive que pagar $26,25 (R$70) pra despachar o meu mochilão.

Embarcando no vôo para Calgary:




Vista de Vancouver e as montanhas nevadas ao fundo:



O vôo até Calgary teve duração de 1h:




Sobrevoando os picos nevados das Montanhas Rochosas:




Chegando em Calgary às 22h (+1h de fuso horário):


O aeroporto de Calgary é o mais louco que já vi. As esteiras de bagagem são decoradas com um monte de bugigangas:




Havia reservado um carro na Budget do aeroporto. Paguei $143 (R$383) por duas diárias (com seguro e combustível incluídos). Peguei um Corolla novinho em folha.



Alguns podem se perguntar: "pô, se o cara é mochileiro e fica em hostel...como assim alugar carro ??"

A questão é que eu queria visitar o Parque Nacional de Banff, nas Montanhas Rochosas.  Banff fica a 850 Km de Vancouver e 145 Km de Calgary. Eu poderia encarar 13 horas de ônibus para ir direto de Vancouver para Banff, mas eu perderia um tempo precioso e chegaria lá acabado. Preferi pagar um pouco mais e ter mais conforto.  Mesmo indo de avião para Calgary, eu poderia ir de ônibus do aeroporto para Banff, mas para visitar as atrações em Banff eu ficaria limitado aos horários dos ônibus locais, que são escassos, e perderia muito tempo esperando por eles. Como reservei pouco tempo para Banff (apenas uma noite), preferi alugar um carro e tentar conhecer o máximo de lugares possível.

Pensei em ir direto do aeroporto para Banff, mas como cheguei em Calgary de noite, preferi pegar um hotelzinho barato e pegar a estrada de manhã.

Liguei o GPS do meu celular e habilitei o navegador do Google Maps para chegar ao meu hotel. Um parênteses aqui: não precisei comprar um chip local ou ligar o meu 4G usando o chip do Brasil. Antes da viagem eu já tinha baixado no Google Maps o mapa completo de todas as cidades que ia visitar, e assim eles ficaram disponíveis no meu celular no modo avião. Ou seja, o GPS funcionou perfeitamente no celular em modo avião. Foi a primeira vez que fiz isso e achei muito bom ! A Google, como sempre, facilitando muito nossa vida!!

Mesmo com GPS, me enrolei um pouco para encontrar o hotel, mas consegui. Sem GPS, só olhando as placas, eu diria que a chance de encontrar esse hotel seria praticamente zero!!


O Thriftlodge Calgary North é um típico "motel" americano de beira de estrada, como vemos nos filmes. Os quartos dão para o estacionamento, e há apenas uma pequena recepção na frente do hotel. A diária saiu por $68 (R$182);



O recepcionista era um coroa meio rabugento que demorou uma eternidade no telefone antes de me atender. Uma coisa que não gostei é que era obrigatório pagar a diária no cartão, e por isso a diária acabou saindo mais caro por causa do IOF. Outra coisa desagradável é que o hotel faz uma pré-autorização de $150 (R$402) no cartão como "caução" para eventuais danos causados pelo hóspede no quarto. Se no checkout for constatado que nada foi danificado, o valor é estornado do cartão.  Nunca tinha visto isso! Bizarro!!

Meu quarto:





Já era quase meia-noite e eu estava morto. Impossível sair naquele frio para procurar algo para comer.
Meu "jantar" se resumiu a uns biscoitos e um chocolate.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

[Mochilão 15] Dia 23: Quebec - Rio

Último dia da viagem. :-( Mais um dia de sol e temperatura agradável (22 graus). Um dos portões da cidade antiga (Vieux-Quebéc): ...