[Mochilão 13] Dia 17: Cingapura


Acordei tarde (11h) e me despedi do Ronaldo, que estava indo pegar o voo dele para Dubai.

Nosso quarto:



Como perdi o horário do café da manhã do hostel, passei numa 7-Eleven e comprei algumas coisas para comer (suco de uva, biscoitos e bolo de chocolate). Paguei $6 (R$12).


Peguei o metrô para Harbourfront, onde fica o terminal marítimo da cidade. Dali partem catamarãs para a Indonésia e navios de cruzeiro. Neste local também há um shopping.





A partir do Harbourfront chega-se a ilha de Sentosa, um destino popular de diversão para os habitantes de Cingapura. Um teleférico faz a ligação entre Harbourfront e a ilha:


Outra maneira de chegar à Sentosa é ir de monorail:


Também é possível chegar a Sentosa caminhando por uma ponte:


Esteiras rolantes:


Mapa da ilha:

Sentosa é conhecida como "Asia's favourite playground". Há inúmeras opções de lazer na ilha, que fica bem cheia nos finais de semana. A entrada na ilha é gratuita, mas ingressos são cobrados a parte para cada uma das atrações. É possível também comprar ingressos "combo" combinando atrações. O local lembra muito os parques de diversão temáticos americanos.


Trick Eye Museum, onde os visitantes podem tirar fotos com ilusão de ótica:



Praça de alimentação com restaurantes de comida malaia:





Universal Studios:


Não entrei lá. Já tinha ido na filial de Los Angeles em 2009. O ingresso custa $74 (R$148).



Estação do monorail:


Réplica do Merlion, o leão que é símbolo de Cingapura. A estátua original fica na Marina Bay:


Mosaicos inspirados em Gaudi:


iFly Indoor Skydive, um túnel de vento que simula saltos de pára-quedas:


Circuito de luge, uma espécie de carrinho de rolimã descendo a montanha. Andei nisso na Nova Zelândia no ano passado.



 A rua da praia:

Siloso Beach, uma praia artificial. Toda a areia da praia foi trazida de outras ilhas:




Engraçado ver pessoas andando com guarda-chuvas pela praia para se proteger do sol:


Bares na praia com preços astronômicos. A cerveja long neck mais barata custa $13 (R$26) !!


Coqueiros:


Salva-vidas:

Indianos (homens e mulheres) entrando no mar de roupa:


A praia tem trechos que são ocupados por beach clubs. Eles cobram ingresso para entrada:




Tiroleza:


Hotel de luxo:


Tudo em Sentosa tem uma aparência meio "fake", meio Disnelândia. Está vendo essas pedras na praia ? São todas ocas, "de mentirinha".


Um trecho mais vazio da praia:


O gigantesco porto de Cingapura lá no fundo:


Fort Siloso, construído pelos britânicos no século 19 no topo de uma montanha na ilha:





Guarita:

Vista da cidade:

 Sala dos guardas:



Surrender Chambers, o local onde os britânicos assinaram a rendição de Cingapura para os invasores japoneses durante a 2a Guerra Mundial.


Como era a cozinha do forte no século 19:


Lavanderia no século 19:


Quarto dos soldados com redes anti-mosquitos:


Voltando para a praia:


Placas engraçadas na praia:


Cingapura tem um clima equatorial, com muito calor e humidade o ano inteiro. Chove praticamente todos os dias no final da tarde, lembrando muito o clima de Belém e Manaus.

O tempo começou a ficar feio:


A praia tem um sistema de auto-falantes, onde começou a soar o "lightning alarm" (alarme de raios) para que as pessoas saíssem da praia imediatamente. Começou a chover forte e a relampejar.


Em questão de minutos, todo mundo que estava na ilha decidiu sair de lá por causa da chuva. As estações de monorail e o terminal de ônibus da ilha ficaram completamente lotados.

Resolvi sentar e esperar um pouco as filas dos ônibus diminuirem. Aproveitei para comer alguma coisa.

Bolinhas de peixe frito ($1,40 = R$2,80):


Empanada com recheio curry ($1,50 = R$3):


Peguei um ônibus gratuito de volta para Harbourfront.

Sentosa tem diversas outras atrações que não cheguei a conhecer, como o Underwater World (aquário), o 4D Adventureland (cinema 4D), uma filial do museu de cera Madame Tussaud's, o Dolphin Lagoon (show de golfinhos), o Butterfly Park (parque com borboletas), o Insect Kingdom (parque com diversos tipos de insetos do mundo inteiro) e o Tiger Sky Tower, uma torre com um mirante com vista para toda a ilha.

Entrei no shopping do Harbourfront para jantar. Fui no The Orange Lantern, um restaurante de comida vietnamita:




Esse foi o prato que escolhi, com nome complicado: "Bún Cha Giò Gòi Nam",  uma salada de cogumelos com rolinhos primavera ($14 = R$28).


Peguei o metrô e desci na estação Little India, o bairro dos imigrantes indianos. Parecia realmente que eu estava na Índia, mas sem sujeira, sem pobreza e sem o barulho da buzina dos tuc tucs nas ruas. Outra diferença (para melhor) é que, apesar de estar estampado na minha testa que eu era turista, ninguém me abordou na rua querendo me vender nada como acontecia o tempo todo na Índa.

Só tinha indiano lá, e só homem. Devo ter visto apenas umas 3 ou 4 mulheres indianas em 20 minutos de caminhada por lá. Curioso isso.



Em Little India há uma infinidade de lojas e mercados vendendo produtos indianos. Há também muitos restaurantes de cozinha indiana.


Lojas de saris:


A grande maioria dos imigrantes indianos em Cingapura vieram do sul da Índia, onde fala-se a língua tâmil. Muitas propagandas nas ruas de Little Índia são escritas no indecifrável alfabeto tâmil:




Voltei para o hostel. Antes de dormir, comi mais algumas coisas que tinha comprado:

Chips de jaca desidratada:


Suco de graviola em latinha:


Comentários

  1. Eu não gosto desta coisa australiana/estadunidense de parque temático (um dos motivos é porque é muito caro para nós). Mas Singapura realmente é o que há.

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