[Mochilão 13] Dia 16: Cingapura

Consegui finalmente acordar a tempo de pegar o café da manhã do hostel. 

Era bem basicão: pão de forma com manteiga, creme de amendoim, leite com sucrilhos, e....só. E ainda tinha que lavar a louça suja depois na cozinha. Ficar em hostel é assim mesmo...


Galera do hostel socializando na recepção:



O Ronaldo perguntando alguma coisa na recepção:


O nosso hostel:


Por causa dos imigrantes da Malásia, China e Índia, em Cingapura fala-se malaio, mandarim e tâmil, mas o inglês é a língua oficial do país. Por isso, muitas placas e letreiros são escritos nas quatro línguas.


Zona residencial próxima a Chinatown:


A Clarke Quay (pronuncia-se "ki"), onde fomos ontem a noite. É uma região boêmia com muitos bares, restaurantes e agito noturno. De dia fica meio vazio.





Bancos públicos:


Não se vê nenhum policial nas ruas da cidade, mas eles estão de olho em você:


Mapa dos bares e restaurantes da Clarke Quay:


Seguindo pelo calçadão às margens do Rio Cingapura chega-se ao Robinson Quay, onde há muitos edifícios residenciais:








Antigo armazém portuário transformado em restaurante:


Um templo budista perdido no meio dos prédios:


Sobrados em estilo colonial:


Istana Park:


Esta é a Orchard Road, uma das principais avenidas da cidade. É conhecida como a "5a avenida" de Cingapura por causa das lojas de grife e pelo grande movimento de pedestres:





Ônibus urbano de 2 andares como os de Londres:



Entrei numa 7-Eleven (loja de conveniência) e comprei algumas coisas para comer ($5 = R$10).

Suco de frutas vermelhas:


Alfajor:

Folhado de batata:

Peguei o metrô para a Marina Bay e entrei no shopping.

Fui ver "A Bela e a Fera", o famoso musical da Broadway que estava estreando no Mastercard Theatre.


Paguei $88 (R$176) pelo ingresso:


Esse é um dos teatros mais bonitos que já vi. O musical também é muito legal. Uma pena que não podia tirar fotos ou gravar vídeos.



Depois que saí do teatro, fui conhecer a Singapore Flyer, a 2a maior roda gigante do mundo, com 165m de altura. O ingresso custou $33 (R$66).



Cada uma das 28 cápsulas da roda gigante com ar condicionado tem capacidade para 28 passageiros.



Algumas das capsulas são reservadas para jantares:


A volta completa dura cerca de meia hora:


Minha cápsula estava bem vazia.


Parte do circuito de Fórmula 1:


Marina East, uma zona residencial com um enorme parque:


Prédios comerciais:


Chegando no topo:


Gardens by the Bay:


O Marina Bay Sands e o CBD (Central Business District) ao fundo:


Debaixo da roda gigante havia um pequeno shopping com uma praça de alimentação.


Comi num restaurante de comida indiana.


Samosa (espécie de pastel com recheio de batata e ervilhas) e chicken biryani (arroz frito com frango e especiarias). Paguei $12 (R$24).


Saindo de lá, atravessei a ponte de pedestres e fui em direção ao Marina Bay Sands:

Chegando no Gardens by the Bay, fui na "Flower Dome", uma estufa com plantas do mundo todo. Com ar condicionado, ela reproduz um clima de montanha. O ingresso custou $28 (R$56) para as duas estufas.



Cactus da Bolívia:



Tulipas:


Ao lado dela havia outra estufa, a "Cloud Forest", uma pequena floresta "indoor" com clima de montanha.



Cachoeira artificial:


Plataformas no meio das plantas:



Saindo da estufa, já estava de noite e deu para ver mais uma vez as árvores gigantes (Supertrees Grooves) iluminadas, formando um cenário incrível que lembra o filme "Avatar":




A Singapore Flyer com iluminação noturna:


Vista do CBD num deck de madeira em frente ao Marina Bay Sands. Tinha muita gente sentada lá apreciando a vista:


Uma loja da Louis Vuitton que fica numa ilha artificial em frente ao Marina Bay Sands. A mulherada pira nesse lugar, mas são poucas que podem pagar os preços astronômicos.


O Marina Bay Sands e o ArtScience Museum vistos do outro lado da marina:


Encontrei com o Ronaldo no hostel. Ele tinha passado o dia na Universal Studios. 

No nosso quarto chegou um chinês que era a maior figura. Ele falava inglês com grande dificuldade e muitas vezes tinha que apelar para a mímica. Era bem engraçado. 

Estava um pouco cansado, mas como era sábado a noite, nada de dormir cedo. Tomei um energético chamado "Carabao" (ehehe) que tinha comprado no Camboja e partimos para a night. 


Pegamos um taxi para a Robinson Quay. A corrida deu $9 (R$18).

Entramos na Zouk Club, uma das maiores e mais conhecidas boates de Cingapura. O lugar era realmente enorme e tinha vários ambientes. Muito maneiro !

Pagamos $33 (R$66) de entrada com direito a 2 drinks. Os drinks custavam em média $14 (R$28), uma fortuna.

Parecia que estávamos numa night em algum lugar da China. Tinha alguns poucos turistas ocidentais perdidos por lá também. Ficamos por lá até umas 3h da manhã.

Um comentário:

  1. Cara, estou babando com Cingapura. Vou querer ficar um bom tempo por lá.

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