[Mochilão 12] Dia 2: Santiago

Acordei a tempo de pegar o café da manhã (show de bola) do hotel. 

Deu pra perceber que o hotel só tinha brasileiros. 

Esse copo parece de leite, mas é de suco de chirimoya, uma fruta andina semelhante à fruta do conde. Muito bom.



Ao sair na rua, o choque térmico: 2 graus !!!


O hotel fica na principal avenda da cidade, a Libertador Bernardo O'Higgins, e tem uma estação do metrô ao lado:




O hotel:



Uma feira de artesanatos e souvenirs perto do hotel:




Os chilenos adoram palta (purê de abacate), e usam como ingrediente até para sanduíches e cachorro-quentes, chamados de "italiano" quando tem palta:



Calle Londres, uma das poucas da cidade que conserva o estilo colonial:





Uma exposição sobre a ditadura militar do governo Pinochet:




Calle Ahumada, a principal rua de pedestres da cidade, onde se concentra o comércio. Para quem conhece Buenos Aires, essa é a versão local da Calle Florida.


Muitos camelôs vendendo roupas de frio:


Uns artistas de rua que ficavam rodopiando e tocando tambor com as mãos, e prato com os pés.


Aproveitamos pra trocar euros por pesos na calle Augustinas, onde se concentram as casas de câmbio. Tinha várias, uma do lado da outra. Fiz as contas e valeu mais a pena comprar euros no Brasil e trocar por pesos chilenos, já que os saques em conta-corrente agora estão sendo taxados em 6,5% de IOF.

Demos uma volta na Calle Banderas. Essa rua tem lojas especializadas em roupas de ski. Comprei um casaco de ski show de bola por apenas $6500 (R$26) !!! Uma pechincha. Comprei também uma luva de ski por $7000 (R$28). Se eu fosse alugar a luva e o casaco, pagaria quase a mesma coisa, então preferi comprar. Comprei também uma "segunda pele" ($7000 = R$28), que é uma camisa de manga comprida feita com um material especial para usar por baixo da roupa. Ajuda a esquentar. Os vendedores da loja eram uns coroas bem gente boa.  Conversa, como não poderia deixar de ser, começou sobre o frio, mas quando falamos que somos brasileiros, o tema futebol e copa do mundo veio na mesma hora. 

Fomos depois ao Mercado Central, que é um mercado de peixes que tem alguns restaurantes tradicionais de frutos do mar, como o Donde Augusto e o La Joya del Pacifico. Só tinha brasileiro lá. Os garçons olhavam pra gente e já chegavam falando em português. 




Comemos no La Joya del Pacifico. Reineta a la plancha (peixe) com molho de camarão $7800 (R$31)


Ouriço do mar e centolla, um bicho feio que parece uma aranha do mar. Era uma fortuna nos restaurantes. Coisa de $80.000 ou mais (R$320).


Rio Mapocho:


A Pio Nono, rua donde fomos ontem a noite. Já era final de tarde e o local estava começando a ficar movimentado:


Subida do Funicular do Cerro San Cristobal, que é o "Corcovado" de Santiago. Ingresso $2600 (R$11):



Esta montanha tem a imagem de uma santa no topo e tem vista para grante parte da cidade. Durante o inverno, a visibilidade fica prejudicada por causa da poluição. Dá para ver uma densa névoa cobrindo o horizonte. Mesmo assim, dá pra ver as montanhas nevadas da Cordilheira dos Andes ao fundo:





A noite começou no bar Lola y Peluga, na Pio Nono. Abri os trabalhos com um pisco sour, drink tradicional do país, feita de pisco, limão e clara de ovo ($2000 = R$8)


Empanadas de carne ($2000 = R$8 cada):


Mesmo com o frio intenso, os bares com mesas ao ar livre nas calçadas estavam bem cheios:


Fomos depois para o Club Subterraneo, no bairro de Providencia. Entrada $5000 (R$20). Entramos por volta de 1h da manhã e ainda estava meio vazio, mas depois encheu. Gostei do lugar. Dose de Pisco por $3500 (R$14) e cerveja long neck por $2500 (R$10).




Cerveja Modelo:


Ficamos por lá até umas 4h da manhã.

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