[Mochilão 11] Dia 7: Rotorua

Manhã fria em Rotorua (14 graus).

Vista da janela do quarto:


Nosso quarto:


O hostel (YHA Rotorua):


Rua do hostel (Haupapa Street). A maioria das ruas em Rotorua tem nome no idioma maori. Nas ruas da cidade vemos muitos maoris. Cerca de 1/3 da população da cidade é maori.




Paramos numa lanchonete para comprar nosso café da manhã:




Meat pie, uma espécie de "empadão" de carne típico daqui:


Suco de banana:


O dólar neozelandês, assim como o real, tem animais no verso:


 Pukuatua Street, uma das principais da cidade:



Propaganda da george pie ("empadão") do McDonald's:


O ônibus que pegamos para ir para o teleférico (Skyline Rotorua). Compramos um passe diário por $7,80 = R$16.


Não sabíamos direito onde deveríamos descer, e acabamos perdendo o ponto certo. Tivemos que ficar no ônibus até o ponto final e depois descemos no ponto certo. O motorista ajudou a gente.

Copiando aquela famosa cidade norte-americana... "what happens in Vegas, stays in Vegas" :-)


 O Skyline Rotorua, um teleférico para subir no Mt Ngongotaha (vulcão extinto há milhares de anos). A entrada custou $36 (R$79), com direito a duas descidas de luge (carrinho de rolimã).




Vista da cidade e do lago Rotorua. Este lago formou-se sobre a caldeira de um vulcão após uma erupção há cerca de 220 mil anos.



Ao fundo, o vulcão Tarawera, que teve sua última erupção em 1886, matando 120 pessoas:


Pegamos uma trilha na montanha onde vimos o Silver Fern, planta que é um dos símbolos da Nova Zelândia. O uniforme do All Blacks (seleção neozelandeza de rugby) tem o Silver Fern como escudo.



Trilha:


Este brinquedinho no alto da montanha é o Sky Swing, uma espécie de pêndulo:


Numb2 e Morão foram nele ($35 = R$77):



O luge é uma espécie de carrinho de rolimã. A montanha tem 3 circuitos (iniciante, intermediário e avançado). Com o ingresso que compramos, tínhamos direito de descer duas vezes. 


Um dos circuitos do luge:


Começo da pista, no alto da montanha:



Descendo na pista avançada, pegando um embalo !! Muito maneiro !!!




Teleférico que leva do final da pista de volta para o topo da montanha:


Descemos o teleférico e pegamos o ônibus de volta para o centro da cidade:


Pegamos um outro ônibus para conhecer o Te Puia, um parque geotermal com geysers e lagos de lama borbulhante. O cheiro de enxofre ao se aproximar do lugar ficou mais forte. Entrada $44 (R$97).


Um palavrão no idioma maori: "whakarewarewatangaoteopetauaawhahiao". Acho que estão xingando alguém :-)


Canoa maori:


Lagos com lama borbulhante:



Geysers:







Construção maori:



Fotos de mulheres maoris:



Um anfiteatro onde rolam umas apresentações de dança e cultura maori à noite:


Uma pataka (pequeno armazém utilizado pelos maoris para guardar comida e objetos de valor):


Roupas usadas pelos maoris:



Artesanato maori:




Saímos do Te Puia e quando fomos voltar para o centro da cidade, descobrimos que havíamos perdido o último ônibus do dia. E ainda era cedo (18:30) !! Tivemos que voltar caminhando (quase 4 Km) !!

"Kia Ora" significa "Bem-vindo"  em maori. É uma expressão muito comum na Nova Zelândia. Os neozelandezes incorporaram diversas palavras e expressões do idioma maori.


Apesar de ser uma cidade pequena (cerca de 70 mil habitantes), Rotorua tem uma infraestrutura que faria inveja a muitas capitais brasileiras. Além de inúmeros hotéis, a cidade tem um comércio incrivelmente diversificado, diversas concessionárias de automóveis, lojas de departamentos e decoração, muitos bares e restaurantes, cadeias de fast food (Pizza Hut, McDonald's, etc).


O I-Site, posto de informações turísticas da cidade:


A Fenton Street com o lago Rotorua ao fundo:


Uma rua onde estão concentrados os principais restaurantes e bares da cidade. Ainda era cedo (19:30), mas os restaurantes já estavam cheios. Quase todos os restaurantes fecham cedo (21h ou 22h no máximo). 


Jantamos no Indian Star, um restaurante indiano famoso na cidade. Comida sensacional !


De entrada, samosa (pastel recheado com vegetais):


Chicken Tikka Masala (lembra um pouco strognoff de frango, mas o molho é apimentado e tem diversas especiarias, como gengibre e páprica....MUITO BOM !).



O jantar saiu por $27 (R$60). Caro, mas valeu cada centavo !

Estou achando o serviço aqui na Nova Zelândia incrível ! Todos os garçons, balconistas, recepcionistas, motoristas, vendedores e caixas são extremamente educados, sorridentes, gentis, eficientes e solícitos. A impressão que dá é que estamos no Show de Truman (para quem viu o filme). Estamos numa cidade cenográfica onde tudo é perfeitinho, certinho, e todo mundo sorridente e feliz. Só tinha visto esse nivel de educação e simpatia no Japão. Muito bom.

Voltamos pro hostel pra dar uma dormida antes da night, mas acabamos apagando !! A caminhada de 4 km quebrou a gente.

3 comentários:

  1. Não dá para deixar de comentar:

    a) a forte presença maori é mais uma prova de que os ingleses não exterminaram os indígenas (mas falemos baixo porque no Brasil é "proibido" elogiar imperialistas e minimizar o sofrimento dos nativos)

    b) "Rotovegas"? Ora vá, que brega, rs...

    c) Esta volta de carrinho de rolimã é do caramba.

    d) Os neozelandeses devem ganhar muito bem para aguentar estes preços e ainda assim manter um elevado nível de qualidade de vida.

    Um abraço.

    ResponderExcluir
  2. Essa simpatia é ótimo atendimento você econtrará também na Australia. Em Sydney há um tour para conhecer as Blue Montains, e há uma cidade lá chamada Katoomba, que parece também isso que você descreveu, parece uma cidade cenográfica. Incrível.

    ResponderExcluir

[Mochilão 15] Dia 23: Quebec - Rio

Último dia da viagem. :-( Mais um dia de sol e temperatura agradável (22 graus). Um dos portões da cidade antiga (Vieux-Quebéc): ...