[Mochilão 11] Dia 20: Melbourne

Dia ensolarado e de temperatura amena em Melbourne (25 graus). Vista da janela do quarto:


Comi um croissant e um muffin de chocolate no McCafé m frente ao hostel ($6,45=R$15,50).

Um cassino perto do hostel:


Atravessando a ponte da Spencer Street sobre o Rio Yarra:




Um calçadão às margens do rio:



Conhecida como "city of drizzle" (terra da garoa), Melbourne parece uma miniatura de São Paulo depois de passar por um bom banho de loja. De fato, assim como a capital paulista, Melbourne é o centro econômico do país, e se destaca por suas atrações culturais, vida norturna e pela gastronomia, enquanto que Sydney se destaca pelas belezas naturais e cultura praiana. Melbourne e Sydney estão para a Austrália assim como São Paulo e Rio estão para o Brasil. Há inclusive uma folclórica rivalidade entre as cidades, alimentada pelo rugby, cricket e AFL (futebol australiano), os esportes mais populares do país. 





 Sealife, o aquário de Melbourne igual ao que visitamos em Sydney:


Marginal Pinheiros em 2050 ? :-)



 Encontramos com a Astrid e subimos na Eureka Skydeck 88, mirante no topo do prédio mais alto da cidade. A entrada custou $18,50 = R$44.




O Melbourne Park, parque olímpico dos Jogos de 1956, tem diversos estádios, arenas e quadras: Melbourne Cricket Ground (estádio olímpico, usado atualmente em partidas de cricket e futebol australiano, que lembra futebol americano), Rod Laver Arena (onde é disputado o Australian Open), Hisense Arena (tênis e basquete), AAMI Park (futebol e rugby), etc.


O CBD (Central Business Center), o centro da cidade:


Ao fundo, o Albert Park, circuito da Formula 1:


Praia de Saint Kilda. Repare no trânsito engarrafado no elevado:


 Descemos e atravessamos a Southbank Footbridge, uma ponte de pedestres:


Cadeados deixados por casais apaixonados:


Flinders Street, uma das principais ruas do centro de Melbourne:



Catedral de Melbourne:


Federation Square:


Melbourne não tem metrô, mas tem um eficiente sistema de bondes e trens suburbanos. Quase não se vê ônibus pelas ruas da cidade.

Na estação ferroviária da Flinders Street (a principal da cidade) compramos o cartão Myki (bilhete único). Coloquei uma carga de $20 (R$48):


Máquina de recarga do bilhete único:


Bonde:


 Fomos para o ponto esperar o bonde 96 para a praia de St Kilda. Tela mostrando quanto tempo falta para os próximos bondes chegarem:


Não tem trocador no bonde. Paga-se a passagem encostando o cartão na máquina amarela ao lado das portas:


 Descemos na Acland Street, em Saint Kilda, já perto da praia:


Uma loja de doces e tortas:


Comemos um sanduiche ali perto e aproveitei para experimentar essa cerveja artesanal local, Saint Kilda Brew:


O tempo mudou rapidamente, começou a garoar e a bater uma brisa fria. Nesse ponto Melbourne lembra muito São Paulo mesmo.

A praia de Saint Kilda não tem nem de longe a beleza das praias de Sydney, mas tem um longo calçadão, bastante procurado pelos moradores nas horas de lazer. Melbourne é uma cidade bem servida de ciclovias, ao contrário de Sydney, e vimos muita gente andando de bicicleta por lá. A cidade tem também um sistema de aluguel de bicicletas públicas. O uso do capacete é obrigatório, e quem não usar toma multa.



 


Um pequeno pier de madeira:


Proibido tudo:


Vista da praia:

 Pegamos o bonde de volta e saltamos no Kings Domain, um dos maiores parques da cidade. Tinha muita gente correndo por lá.





Shrine of Remembrance, um memorial construído em homenagem aos milhares de soldados australianos mortos em guerras:


 O parque e o centro da cidade ao fundo. Aquele edifício mais alto é o Eureka, onde subimos:



Uma "selfie" de nós 3:



Royal Botanic Gardens:




Mais uma vez, proibido tudo:


 Uma rua com iluminação especial nas árvores:



Southbank Theatre, com uma arquitetura muito louca:


Prédios residenciais em Southbank:


De noite fomos jantar na Höfbräuhaus, o bar/restaurante alemão onde fomos ontem e que já estava fechando. Dessa vez chegamos mais cedo, às 21h.

Este restaurante é na verdade uma filial da "matriz" em Munique. A sensação ao entrar nele é a de estar na Oktoberfest de Munique: tem uma banda tocando músicas alemãs, as mesas são de madeira, e as garçonetes são alemãs (usando roupas típicas da Oktoberfest de Munique). E, obviamente, cerveja e comida alemã. Só que os preços são muito mais altos que na Alemanha. 





Propaganda da Höfbräuhaus com as garçonetes vestidas como na Oktoberfest de Munique:


Cerveja Höfbräu de 300ml por $7,50 (R$18) ! Muito cara !!


Sauerkraut (chucrute) e salsichas alemãs:


Wiener Schnitzel (carne de porco à milanesa) com batata ($28 = R$67):


Numa das paredes, uma grande verdade: "a vida é curta demais para beber cerveja ruim" :-)


Nos despedimos da Astrid e voltamos pro hostel às 23h. Não rolou night, porque precisamos acordar cedo no dia seguinte (às 6h) para a excursão do Great Ocean Road.

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