[Mochilão 9] Dia 23: Barcelona

Fotos do apto que alugamos. As janelas davam para a rua (térreo), mas tinha grade.

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Calçada em frente ao prédio. Nessa região moram muitos imigrantes. Uma galera bem esquisita, mas não tem perigo.

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No final da rua, uma escada subindo até a entrada do parque de Montjuic, que abriga as principais instalações das Olimpíadas de 1992. Barcelona viveu uma grande transformação na época. Era antes uma cidade feia, degradada e sem graça, que vivia de costas para o mar, mas transformou-se depois de 1992 num dos destinos turísticos mais desejados da Europa. A cidade está servindo de inspiração para o Rio, preparando-se para as Olimpíadas de 2016. Tomara que o final também seja feliz para o Rio.

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Vista da cidade no parque de Montjuic:

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Bondinho que liga a praia de Barceloneta até o Forte de Montjuic:

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O catalão é uma mistura louca de espanhol, francês e português. É o idioma oficial da região da Catalunha, mas todos falam espanhol (castelhano) também.

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Estádio Olímpico e a pira:

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Ginásio Olímpico:

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Vista para a Font Magica de Montjuic, e a Plaça d'Espanya ao fundo:

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Museu de Arte da Catalunha:

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Ônibus circular turístico. Passa toda hora um monte deles pelas ruas da cidade.

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Antiga arena de tourada transformada em shopping. As touradas foram abolidas da Catalunha há pouco menos de 1 ano.

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No terraço do shopping, um mirante e restaurantes.

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Entramos num dos restaurantes para almoçar. Preço muito bom: 14,50 euros (entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho).

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Fomos depois no Camp Nou, o famoso estádio do Barcelona. Era bem caro para entrar (22 euros).

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Sala dos troféus:

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Troféu de campeão do mundial interclubes da Fifa 2011:

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Na arquibancada:

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Ídolos eternos:

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Mais que um clube. Uma das marcas mais valiosas do mundo.

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Sala de entrevistas coletivas:

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Hidromassagem no vestiário:

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Trono das estrelas:

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Vista do gramado:

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Camarotes:

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O time comemorando o mundial interclubes do ano passado:

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Saimos de lá e fomos para a praia de Barceloneta. Antes, passamos no supermercado pra comprar umas latinhas de Estrella Damm. Ninguém é de ferro :)

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No trecho da praia onde estávamos, estava rolando música eletrônica. Mulherada de topless aos montes. Um espetáculo !!! :)

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Vídeo que gravei da galera na praia:

Passavam muitos ambulantes (todos eram imigrantes asiáticos, indianos ou pasquistaneses) vendendo tatuagens de rena, bugingangas em geral e cervejas. O detalhe é que eles vendiam cerveja em lata, mas carregando em sacolas plásticas sem gelo. Não é como no Brasil, onde os vendedores carregam isopores com gelo. Ou seja, era cerveja QUENTE ! Não tem a menor condição de beber aquilo.

A praia tem uns quiosques que vendem cerveja cara (3 euros). A gente comprava num supermercado em frete a praia por apenas 0,75 euros cada lata.

Ficamos na praia até o pôr-do-sol. Comemos um kebab perto de lá, e voltamos pra casa.

A noite começou na Razzmatazz, no bairro de Poblenou, mas pelo que vimos na porta, era um lugar onde dava uma galera mais alternativa. Vimos que ia ser furada. Pegamos um taxi (que é barato em Barcelona) para a Shoko, no Porto Olímpico. 10 euros a entrada, e cada drink custava 10 euros (!!!). A noite na Europa segue mais ou menos esse padrão: entrada barata, mas bebida absurdamente cara. No final das contas, acabei gastando mais ou menos o que gasto no Rio.

Entrada da Shoko:

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Esta boate fica de frente pro mar (literalmente), com uma saída direto para a areia. Quem está dentro e quiser sair, tem a mão carimbada pelo segurança da porta, e pode voltar quando quiser. Muito maneiro !

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O local estava bombando, mas para nossa surpresa, às 3h acenderam as luzes, cortaram o som, e mandaram todo mundo embora. E a casa estava cheia ! Por ser uma 5a feira, devia ser alguma lei local que determinava o término neste horário. Provavelmente as 6as e sábados deve fechar mais tarde. Aproveitamos pouco a noite, pois entramos lá pouco antes das 2 da manhã.

A galera toda sendo expulsa da boate:

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Opium, uma das boates ao lado da Shoko.

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Fazer o que !? Voltamos pra casa ! Pegamos um taxi pra Las Ramblas, pra ver se a gente conseguia achar algum lugar aberto pra comer alguma coisa, pois bateu uma fome sinistra. Andamos MUITO, mas não encontramos absolutamente nada aberto ! Parecia uma cidade fantasma. Já estávamos voltando pra casa conformados em dormir com fome, quando apareceu do nada um paquistanês ambulante vendendo kebab na rua. Foi a nossa salvação !

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