[Mochilão 7] Dia 7: Bangkok

Café da manhã no 7 eleven (pra variar um pouco). Peguei um taxi pra conhecer o Wat Arun, que fica em Thon Buri, do outro lado do rio Chao Phraya (pronuncia-se "chau praia").

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Os taxis em Bangkok são uma atração a parte, com suas cores berrantes, como rosa, roxo e cor-de-abóbora:

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Uma coisa esquisita em Bangkok é que as ruas não tem lixeira. Apesar disso, sao bem limpas. Não sei onde os tailandeses jogam o lixo. Devem levar pra casa. Quando eu parava em algum lugar pra comprar uma água, ficava sem saber onde jogava a garrafa vazia.

Outra coisa engraçada é o tipo de cumprimento que os tailandeses usam. Nada de apertos de mão ou beijos na bochecha. O cumprimento tailandes é o "wai": junta-se as duas palmas da mãos na altura do peito com os dedos apontados para cima (como se estivesse rezando) e curva-se levemente o corpo para a frente. Há toda uma etiqueta por trás disso, e que os tailandeses não esperam que os estrangeiros conheçam. Por exemplo, a iniciativa do "wai" deve ser sempre da pessoa mais nova. E você nunca deve fazer um "wai" para quem está prestando algum serviço para você (garçom, balconista, camareira, etc).

A lingua tailandesa é complicadíssima. A sonoridade é engraçada, parece a língua dos bebês, hehehehehe. É uma lingua com 5 tons (normal, tom alto, tom baixo, tom subindo e tom descendo). Então uma mesma palavra, se falada no tom errado, significa outra coisa. O alfabeto tailandês tambem é bem complicado. Só de consoantes são 44. Olha só meu nome em tailandês como fica: "อลิชชานดรี" !!! As placas com nomes de ruas, pelo menos, tem no alfabeto tailandês e no romano. Pra complicar mais ainda, eles não costumam separar as palavras. Ou seja, fica tudo escrito junto. Tentei memorizar algumas expressões básicas (como obrigado = kop khun kap, e olá=sawadee), mas os tailandeses não entendiam direito provavelmente porque falava no tom errado. Muita gente em Bangkok fala ingles, principalmente aquelas com quem o turista precisa interagir (no albergue, pontos turisticos, bares e restaurantes). O problema são os taxistas. Não encontrei nenhum que falasse inglês. Eles nunca entendiam o nome da rua do meu albergue ou o lugar para onde queria ir. O jeito era mostrar no mapa. Era engraçado que alguns taxistas ficam falando gracinhas em tailandês, como se eu entendesse. Um deles ficou o trajeto todo falando coisas indecifraveis, e eu falando em ingles. Nenhum dos dois entendeu nada, mas foi engraçado.

O Wat Arum é um templo budista que fica na beira do rio. Ele tem uma arquitetura diferente dos outros wats de Bangkok. O que achei interessante nele é que podia subir na torre principal, de onde se tem uma vista incrível do rio.

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Video que gravei do Wat Arum, com um mantra budista ao fundo:

Peguei uma balsa pra atravessar o rio:

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O Wat Arun visto do outro lado do rio:

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Farmácia de medicina tradicional tailandesa:

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Tem coragem ???

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Passei por uma rua com várias lojas de produtos religiosos (leia-se budistas). O que mais encontrei foi estatuas de Buda de todos os tamanhos, desde as pequenas, até gigantes, do tamanho de uma geladeira.

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O "Sao Ching Cha", ou "Giant Swing", foi construido no século 18 para ser usado em cerimônias religiosas, onde participantes subiam até o topo do poste. O uso dele foi abolido em 1935, após muitas mortes por quedas.

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Templo Hindu:

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Cena muito comum em Bangkok: Um tuk-tuk passando na rua.

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Fui caminhando até o Golden Mount, um templo que fica no alto de uma colina, também com uma vista bonita para a cidade. Tive que subir vários degraus debaixo de forte calor, foi sinistro.

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Video que gravei no Golden Mount, com tailandeses rezando ao redor do templo:

Bangkok é uma cidade toda cortada por canais que são navegáveis. Muitos barcos fazem o transporte de passageiros por estes canais, parando em "estações", como se fossem ônibus:

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Esta é a Ratchadamnoen Nok, uma das principais avenidas da cidade, onde ficam os ministérios do Governo Tailandês.

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Cabines telefônicas no estilo tailandês !

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O Ratchadamnoen Stadium, um dos principais estádios de Boxe Tailandês (Muay Thai).

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A partida só começava às 18:30. Fui então comer na Soi Rambuttri, onde pedi um "Fried Nuddles" (espécie de macarrão oriental) com legumes e frango. Achei meio mais ou menos, mas custou só 60 baht (R$3).

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Video que gravei numa rua movimentada da cidade:

Voltei pro estadio e comprei meu ingresso. Achei meio caro. O mais barato era 1000 bahts (R$50), duvido que os tailandeses paguem isso. Mas de qualquer maneira foi bem maneiro. O muay thai é o esporte nacional tailandês, e mesmo numa segunda-feira havia bastante gente no estádio. Foram 10 combates entre lutadores da equipe vermelha e da azul. Havia torcida para ambas equipes. Antes de cada combate, os lutadores faziam uma referência a buda, de joelhos, abaixando a cabeça até o chão, como eles fazem nos templos. Durante os combates, ficam uns caras tocando uma melodia semelhante à dos video games, e ela fica mais rápida quando o combate esquenta. Na arquibancada os tailandeses ficam fazendo uma espécie de aposta, e cada vez que os lutadores vão para o banco, os torcedores ficam gesticulando um para os outros, fazendo sinais com a mão, como quem estivesse fazendo uma aposta ou algo assim. O tempo todo ficam passando vendedores ambulantes com camisas floridas de cor berrante vendendo uma bebida colorida estranha que não consegui identificar, nuns copos plásticos com canudo.

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Video que gravei de um dos combates:

Fiquei lá até umas 22h. Passei no McDonald's (promocao do Big Mac = R$6 !!!), peguei um taxi e voltei pro albergue. A night 2a feira em Bangkok é bem fraca, então preferi ir dormir mais cedo. Fiquei conversando na frente do albergue com a galera do meu quarto até umas 2 da manhã e fui dormir.

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