[Mochilão 5] Dia 4: Frankfurt - Estocolmo

Acordamos tarde (meio-dia), arrumamos a bagagem e fizemos o checkout no albergue.

Nosso vôo para Estocolmo era só às 17:40. Saímos para dar um giro pela cidade.

Primeiro passamos num pequeno restaurante perto do albergue pra almoçar. Pedi um Schnitzel (frango empanado) com batata frita e salada:

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Nas ruas próximas ao albergue, vimos muitas casas de strip e prostíbulos, como este na foto. Rotes Haus = "Casa Vermelha".

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Na Kaiserstraße (rua Kaiser), um restaurante com mesas na calçada:

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O símbolo do Euro na Kaiserstraße, em frente a sede do Banco Central Europeu:

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Römer, uma charmosa praça com construções medievais, as únicas que restaram na cidade. Este local foi compleamente distruído por bombadeios durante a Segunda Guerra Mundial, e foi restaurado nos anos 50.

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Frankfurt é o centro financeiro da Alemanha e o mais importante da Europa. A cidade é sede do Banco Central Europeu, do Banco Central Alemão, da Bolsa de Valores e de muitos bancos de grande porte. Apesar disso, tem apenas 670 mil habitantes (a quinta maior do país), e 2,3 milhões na região metropolitana. A maior parte dos habitantes moram em cidades próximas, servidas por uma excelente rede de transportes. A parte central da cidade tem muitos arranha-céus.

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O rio Main. Oficialmente o nome da cidade é Frankfurt am Main, por causa do nome do rio.

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Voltamos para o albergue para buscar a bagagem, e pegamos o trem para o aeroporto.

Nosso vôo decolou às 17:40, fizemos conexão em Copenhagen (Dinamarca), e chegamos em Estocolmo às 21h.

Na esteira de bagagem, a história desagradável se repetia: nossas mochilas DE NOVO não chegaram !!! Na verdade, desta vez demos mais sorte, apenas uma mochila do Novello e outra minha não chegaram, mas o mochilão com o principal (roupas) chegou. Acho que isso deve ser normal de acontecer na Europa com vôos que tem conexão, porque tanto em Estocolmo como em Frankfurt aconteceu com bastante gente do nosso vôo, e eles tem um setor enorme responsavel por recuperar a bagagem perdida. Fomos reclamar no balcão da empresa aérea (SAS), e eles localizaram as mochilas em Copenhagen. Ficaram de mandar entregar no dia seguinte de manhã cedo no albergue.

No aeroporto havia um trem de alta velocidade para o centro da cidade, mas era caro. Trocamos euros por coroas suecas, e fomos de ônibus.

No trajeto até o centro da cidade, passamos por uma estrada cercada por uma floresta. No meio do caminho, um engarrafamento. Mas não era qualquer coisa, era um engarrafamento sueco !!! O motorista do ônibus pegou o microfone e falou (em sueco e em inglês) que era apenas uma pequena retenção por causa de obras na pista, e pediu desculpas pelo incômodo.

Descemos no ponto final, ao lado da estação central de trens da cidade. Já passava das 23h e ainda não havia escurecido completamente.

Fomos caminhando por algumas quadras até o albergue (City Backpackers Hostel). Fazia frio (12 graus), muito vento, mas vimos gente sem casaco !!

O albergue era muito bom, mas não exatamente barato (28 euros a diária por pessoa, quarto para 4 pessoas). Não tinha chave pra nada, bastava digitar a senha numérica e entrar. No nosso quarto haviam dois escoceses bem gente boa. Ficamos conversando um tempo com eles (carnival in Brazil, whisky in Scotland, pretty women, etc etc) O problema é que não entendíamos nem metade do que eles falavam, por causa do sotaque escocês, que é SINISTRO. Fomos tomar banho e saímos pra comer um kebab.

Em frente a estação de trens, passavam vários carros buzinando e gente comemorando nas janelas, carregando a bandeira da Turquia. Com certeza eles tinham ganhado algum jogo.

Como estava frio e era um domingo, não tinha muito o que fazer de noite. As ruas estavam bem vazias. Demos mais uma volta de meia hora pelo centro da cidade. Vimos alguns carros furando sinal vermelho, e uma mendiga. Não, a Suecia não é um país perfeito. Mas chega muito perto ! Voltamos pro albergue e fomos dormir.

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