[Mochilão 5] Dia 13 - Tromsø

Acordamos meio tarde. Outro dia chuvoso e frio.

Fomos caminhando até um supermercado que ficava a uns 500m do albergue.

No caminho, muitas casas de madeira e carrões. O padrão de vida dos moradores da cidade era bem alto, e as diferenças sociais eram pequenas. Todos pareciam pertencer a uma grande classe média-alta.

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Fiquei impressionado com o tamanho do supermercado, considerando que a cidade tem apenas 60 mil habitantes.

Fizemos umas compras lá, pois comer fora na Noruega é muuuito caro. Compramos cerveja norueguesa, pão, suco, caviar, queijo, presunto e lasanha.

Na hora de pagar, o inusitado: a caixa ia passando as compras, mas não tinha ninguém pra empacotar, e não tinha sacola plástica pra gente ir empacotando. Pagamos e ficamos esperando a caixa dar as sacolas pra gente empacotar, ou ela mesma fazer isso. Mas nada feito. Durante uns segundos, ela ficou olhando pra gente, achando estranho aquilo, e a gente ficava olhando pra ela sem entender. Perguntamos pela sacola, e ela falou que tinha que pagar !!! Na verdade, era uma bolsa plástica bem grande e reforçada, que as pessoas compravam uma vez só e levavam sempre pro supermercado quando faziam compras.

Na volta, a chuva começou a apertar. Chegamos ensopados no albergue.

Nosso andar no albergue tinha uma cozinha bem equipada a disposição dos hóspedas (com geladeira, fogão, talheres, panelas, e micro-ondas). Nosso café da manhã foi pão com pasta de caviar e suco. A pasta de caviar vinha num tubo parecido com pasta de dente:

Europa_2008_385.jpg

A chuva deu uma melhorada. Descobrimos um ponto de ônibus em frente ao albergue, e tinha uma placa com os horários. Estava chegando um em 5 minutos. Chegou exatamente em 5 minutos ! Impressionante ! Ao subir no ônibus, pagamos a passagem direto pro motorista, e ele foi bem simmpático, ficou puxando conversa com a gente. Perguntou de onde somos, e quando falamos Brasil, ele disse com empolgação: "Ah ! Carnival ! Soccer ! Copacabana !!!" heheheh.

Descemos no centro da cidade. Fomos num cyber café, onde o Novello ligou novamente para a empresa sueca de trens pra saber se eles já haviam enviado a pasta dele pelo correio. A atendente avisou que sim. Menos mal.

Voltamos caminhando pro albergue, assamos a lasanha e comemos.

Nossa maior espectativa era sobre o sol da meia noite. No dia anterior ele não apareceu, porque estava nublado. O tempo não havia melhorado e mais uma vez não conseguimos ver o sol.

De novo começou a chover. Desanimamos de sair na chuva. Um taxi até o centro seria caro, e nem sabiamos se teria algo aberto. Ficamos até tarde tomando cerveja na sala de estar do nosso andar, onde conhecemos uma holandesa meio esquisitona.

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