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Mostrando postagens de 2008

[Mochilão 5] Dia 33 - Budapeste - Rio

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Acordei às 10h, arrumei minha mochila, e saí do albergue debaixo de chuva. A temperatura tinha caído uns 20 graus (de 37 pra 17 graus). Andei 8 quarteirões até a Nyugati Pályaudvar (Estação do Oeste), para pegar o trem até o aeroporto.

Cheguei ensopado na estação. Comprei numa lanchonete o meu café da manhã (uns pães recheados) e um suco.

Na estação não havia bilheteria, só máquinas automáticas de venda de bilhetes. Por sorte eu ainda tinha moedas de forint, mas o problema foi outro. No painel da estação, estava sendo anunciada a partida do trem com o destino "AIRPORT". Só que a máquina de venda de bilhete tinha vários botões, cada um com um nome de um destino diferente, mas NÃO tinha o maldito AIRPORT. Nessas horas nunca aparece ninguém pra ajudar. O tempo estava correndo e eu tinha que comprar o bilhete logo, senão ia perder o trem. O proximo ia demorar uns 40 minutos, não servia mais pra mim.

Foi um custo, mas revirando os meus papéis, descobri que o nome do aeroporto …

[Mochilão 5] Dia 32 - Budapeste

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Acordei ao meio-dia, comi no McDonald's e peguei o metrô.

Fui no Terror Haza (Casa do Terror), um interessante museu que funciona na antiga sede do partido nazista durante a ocupação alemã da Segunda Guerra Mundial. Depois da queda do nazismo, o prédio foi sede da polícia secreta húngara até 1956. O acervo mostra um pouco sobre o período negro da história da Hungria durante a ocupação dos alemães nazistas e a dos soviéticos comunistas.

Fachada do museu:



Tanque de guerra:



Propaganda do comunismo:



O subsolo do museu tem celas onde ficavam confinados os presos políticos. Havia uma cela solitária, um cubículo com 1,5 m de altura e sem janela, onde o preso não conseguia nem ficar em pé. E outra cela era tão pequena, que não dava nem para o preso deitar. Era uma espécie de caixão em pé.



Também no subsolo, uma sala de tortura:



O banheiro, comum para todos os presos, com apenas um vaso sanitário:



Depois que saí do museu, peguei o metrô e fui relaxar nas Termas Géllert. Termas na Hungria…

[Mochilão 5] Dia 31: Budapeste

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Acordei às 13h com ressaca. Saí na rua e estava fazendo 36 graus, um calor de rachar !!!



Comecei o passeio atravessando a Margit hit (Ponte Margaret), que leva a Margit sziget (Ilha Margaret). Nas margens da ilha tinha gente tomando sol, improvisando uma praia:





A Ilha Margaret:





O Parlamento Húngaro visto de Buda (do outro lado do rio):



Aos sábados a Ponte das Correntes é fechada ao tráfego. É montada uma feira de souvenirs e comidas típicas.





Doces húngaros. Hum !



Comida típica, feita nuns panelões:



Vista para o Castelo ao fundo:





Peguei o funicular para subir no morro do Castelo. Esta é a vista lá de cima:



O Palácio Real. Na verdade não há castelo nenhum no alto desse morro, apenas um palácio:





Jogo de xadrez teatral ao ar livre ao lado do Palácio Real. Achei muito maneiro ! São dois jogadores que comandam as peças verbalmente, dizendo para onde elas devem ir. Quando uma peça "come" a outra, há uma batalha teatral. O xadrez tem forte tradição na Hungria.







Um vídeo que gravei …

[Mochilão 5] Dia 30 - Viena - Budapeste

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Peguei o trem para Budapeste ao meio-dia. A viagem de Viena até lá durou 3 horas.

A Keleti Pályaudvar (Estação Oriental) de Budapeste era velha, mal cuidada e estava lotada. A primeira impressão de Budapeste não foi das melhores.

Dos 2000 euros em espécie que eu tinha levado, só sobrou 12 centavos. Encontrei um caixa eletrônico na estação, mas não estava funcionando. Tive que sair procurando pelas ruas próximas da estação algum outro caixa, pois eu não tinha dinheiro nem para o metrô. O sol estava forte, e o calor era de 34 graus. As ruas estavam em obra, cheias de tapume, então as pessoas só conseguiam passar em fila indiana. Andei 3 quarteirões com um mochilão de 12 kg nas costas, uma mochilinha de 5kg na frente, e ainda carregava mais outra bolsa de viagens onde estava o terno e o sapato que usei no casamento que fui na Alemanha. Eu sentia como se estivesse carregando 50Kg nas costas. Quando avistei o caixa de longe, achei por um momento que fosse uma miragem. Eu devia estar com…