[Mochilão 15] Dia 23: Quebec - Rio


Último dia da viagem. :-(

Mais um dia de sol e temperatura agradável (22 graus).

Um dos portões da cidade antiga (Vieux-Quebéc):



Charrete:



Aproveitei o dia para explorar mais a parte nova da cidade (bairro St Jean Baptiste), que fica fora das muralhas que cercam a cidade antiga.

Boulevard René Lévesque, a principal avenida da cidade:




Avenue Honoré Mercier:





Ônibus carregando uma bicicleta:



Rue Saint Jean, onde há muitos bares e restaurantes com preços bem mais em conta que na cidade antiga:





Uma rua residencial:



O que mais se vê nas ruas de Quebéc são placas alertando sobre o risco de queda de blocos de gelo dos telhados nas calçadas, algo comum de acontecer no inverno, representando um risco para os pedestres.




Parlamento de Quebéc:



No topo do edifício mais alto da cidade há um mirante, o Observatoire de la Capitale:



A entrada custou $14 (R$37,50).

Mirante no último andar:



Vista da cidade antiga:



Um zoom no Château Frontenac:



A parte nova de Quebéc:




A Cidadela de Quebéc, e do outro lado do rio, a cidade de Lévis:



Almocei no Chez Amira, um restaurante marroquino que encontrei por acaso andando pela rua:




Havia um cardápio com "almoço executivo" por $10 (R$27) + impostos. Bem barato!



De entrada, sopa de lentilhas:



Couscous marroquino (muito bom!!):



Painel na parede sobre o filme Casablanca:



A conta deu $17,50 (R$47) incluindo "une verre de bière Boreale" (copo de cerveja Boreale).

Consegui me comunicar 100% em francês no restaurante e entender o carregado sotaque quebequense da garçonete!! :-)

Voltando para a cidade antiga:




Um dos portões de entrada da cidade antiga:




A hora de partir já estava quase chegando. Dei a última volta pela cidade antiga:




Vista da cidade baixa e da cidade de Lévis do outro lado do Rio São Lourenço:



Deck de madeira na cidade alta:





O Château Frontenac:





Recepção:



Corredor com lojas no térreo:



Bar:



Antes de voltar pro hostel, passei na Tim Hortons para comprar minha "merenda" para mais tarde. Provavelmente no aeroporto os preços seriam mais altos.




Comprei um "Panini Poulet à la Touscane" e um doughnut de framboesas ($7,80 = R$21). Tentei pedir em francês, mas foi um custo para a caixa conseguir me entender.



As tentações da Tim Hortons aguçando o pecado da gula! :-)



Voltei pro hostel, peguei minha mochila e pedi na recepção para eles chamarem um taxi. 

Um detalhe: não há transporte público direto entre o aeroporto e o centro antigo de Quebéc. Até dá para ir de ônibus, mas tem que fazer uma baldeação e demora bastante. Nessa os taxistas da cidade se dão bem. 

A corrida até o aeroporto tem um preço fixo de $34,25  (R$92), mas no Canadá os taxistas esperam receber uma gorjeta de pelo menos 10%. 

O simpático taxista fez a pergunta padrão:

- Where are you from?
- Brazil.
- Ah, Braziiiil! Nice! I'm from Algeria! I love soccer!

E aí o papo foi longe, como vocês podem imaginar.

Embarquei às 20h rumo a Toronto (2h de voo).

Pôr-do-sol no horizonte sobrevoando os incontáveis lagos canadenses:




Uma coisa beeeem estranha no aeroporto de Toronto é que os passageiros não passam por nenhum controle de passaportes ao embarcar em voos internacionais. Ou seja, não recebi no meu passaporte o carimbo de saída do Canadá. A conexão que fiz parecia até de voo doméstico.  Fiquei com a pulga atrás da orelha, mas depois me informei melhor e vi que é assim mesmo. O Departamento de Imigração do governo canadense recebe das empresas aéreas os números dos passaportes dos passageiros que embarcam em voos internacionais e saem do país.

O embarque foi às 23h e até o Rio foram 10h de voo.

Minhas preces para a Nossa Senhora da Poltrona Ao Lado Vazia novamente surtiram o efeito esperado, para a alegria das minhas pernas !! Viajei com bastante espaço e deu até pra dar umas cochiladas!!




E assim terminou a Operação Maple Leaf !! Valeu muito a pena ter conhecido esse país fantástico que é o Canadá! Obrigado por terem acompanhado as aventuras por aqui, e espero que tenham curtido "viajar comigo" mais uma vez! :-)

O próximo mochilão em 2017 já está no forno! Possíveis destinos:

- África do Sul + Moçambique + Tanzânia
- Queensland (norte da Austrália) + Bali
- Irã + Turquemenistão + Uzbequistão + Azerbaijão
- Suiça + Escócia + Irlanda + Islândia
- Eslovênia + Albânia + Macedônia + Bulgária

E aí, o que vocês escolheriam? (Ok, ok, pode confessar que você soltou uma leve risada quando leu os nomes de uns paises meio exóticos que coloquei na lista acima, hehehehehe!)

Até ano que vem! Abraços!! 

[Mochilão 15] Dia 22: Quebec


Algumas curiosidades sobre a cidade de Quebéc:

- Tem 540 mil habitantes.
- É a capital da província de mesmo nome, apesar de não ser a maior cidade quebequense (que é Montreal).
- Seu centro histórico (Vieux-Quebéc), cercado por muros, é o único do tipo na América do Norte e é patrimônio cultural da Unesco.
- É uma das cidades mais antigas da América do Norte. Foi fundada em 1608.
- A cultura e o estilo da cidade são 100% franceses. Dá até pra esquecer que você está ali pertinho dos EUA.
- 94% dos habitantes da cidade usam o francês com primeira língua.
- Por estar localizada mais ao norte, tem um clima ainda mais frio que Montreal e Toronto. A média anual é de apenas 4C, e no inverno são comuns dias com temperaturas abaixo de -20C.
- Fica às margens do Rio São Lourenço, o mesmo que passa por Montreal.

Belo dia de sol e temperaturas amenas (22 graus) em Quebéc.

Café da manhã no bar do hostel:



Uma coisa meio desagradável desse hostel é que o café da manhã não é "all-you-can-eat". Você só tem direito a comer uma vez, e precisa entregar um "vale-refeição" que eles dão no checkin. Fica um funcionário servindo os hóspedes no buffet.





A rua do hostel dentro do centro histórico:




Construções com arquitetura em estilo francês próximas ao hostel:









Charretes:




Place D'Armes:




Uma feira rolando perto da Place D'Armes:




Restaurante na Place D'Armes:





O magnífico Fairmont Le Château Frontenac, cartão-postal de Quebéc. É o hotel mais luxuoso da cidade.









A cidade antiga é dividida em duas partes, uma alta e outra baixa, ligadas por um funicular. Lembra um pouco o centro de Salvador nesse aspecto. O Château Frontenac fica na parte alta (o "Pelourinho" de Quebec).

Deck de madeira em frente ao Château Frontenac com vista para a parte baixa:







A cidade baixa e o Rio São Lourenço:




Hotéis ao lado do Château Frontenac:



Esta rampa de "esquibunda" (trenó) do século 19 é uma das grandes atrações de Quebéc no inverno.






Vista da cidade baixa e do Rio São Lourenço:



Promenade des Governateurs, um calçadão de madeira:



Passando pelas muralhas da cidade antiga:




Mirante com vista do rio:


Plaines d'Abraham, um parque no final do calçadão:




Muralhas da Cidadela de Quebéc:


O Parlamento de Quebéc, que fica fora da cidade antiga:


Portões de entrada da cidade antiga:





Muralhas da cidade antiga:











Garagem de charretes:



Vista de Saint Jean Baptiste, a "cidade nova", fora das muralhas da cidade antiga:






Rua na cidade antiga junto ao muro:






A Cidadela de Quebéc é uma fortificação que fica de frente para o Rio São Lourenço, dentro dos limites murados da cidade antiga. Serviu no passado como residência do governador-geral do Canadá.



Foto aérea da Cidadela:



Guardas estilo Londres na entrada da Cidadela:



Almocei nesse restaurante de comida típica quebequense, Aux Anciens Canadiens:




Chopp Boréale:



Em todo restaurante no Canadá você receberá do gratuitamente uma garrafa d'água, mesmo que não tenha pedido:



O menu do almoço tinha o preço fixo de $20 (R$53) + impostos e uma escolha de entrada, prato e sobremesa entre várias opções.

Sopa de ervilhas:



Ragu com almôndegas:



Torta de maple syrup:



A conta deu $26 (R$69).


Prefeitura:



Parc Montmorency, de frente para o rio:






Há duas formas de descer da cidade alta para a cidade baixa: de funicular ou andando pela Côté de La Montagne (uma ladeira):







O Quartier Petit Champlain é uma área da cidade baixa com uma pitoresca rua de pedestres cheia de bares, lojas de souvenirs e restaurantes:











Nessa foto dá pra ver o funicular ao fundo:



A bela Place Royale, que parece nos transportar para algum vilarejo do interior da França:



Um criativo painel numa parede:




No Quebéc os beaver tails se chamam "Queues de Castor":

Rue Dalhousie, de frente para o rio:






Musée de la Civilisation (entrada $15 = R$40). Depois de ter conhecido os museus de história em Vancouver e Montreal, achei esse meio sem graça.


Informações sobre a Conferência Mundial de Clima da Rio 92:


Arte dos aborigenes australianos:



Navio viking que faz passeios pelo rio:


O Vieux-Port é a antiga área portuária que foi revitalizada e transformada em área de lazer:




Ciclovia no Vieux-Port:



Bar no Vieux-Port construído num antigo píer:



Deck de madeira às margens do rio:




Food truck:



Marché du Vieux-Port, o mercado municipal de Quebéc:











O Château Laurier visto da cidade baixa:


A cidade estava lotada de turistas. A todo momento passavam grupos enormes de chineses.



Voltei pro hostel e conheci um português e um carioca no quarto. Parece até que o hostel resolveu colocar todos os lusófonos no mesmo quarto.  Gente boa os caras. Ficamos trocando várias dicas de viagem.

De noite comi no McDonald's ($9,30 = R$25 o menu do Big Mac). Tá bom, eu sei, meio heresia comer junk food tendo tantos restaurantes bons por perto, mas eu realmente estava com desejo de comer isso. :-)

[Mochilão 15] Dia 23: Quebec - Rio

Último dia da viagem. :-( Mais um dia de sol e temperatura agradável (22 graus). Um dos portões da cidade antiga (Vieux-Quebéc): ...